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sábado, 4 de junho de 2011

Radiação por celulares classificada em "possivelmente cancerígena"

Ligação Perigosa
por Katherine Harmon
O anúncio da Organização Mundial da Saúde não garante que telefones celulares causem câncer, apenas sugere que não há estudos suficientes para garantir quais são os efeitos causados saúde em longo prazo.

A Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC) baseou suas conclusões em estudos anteriores em seres humanos, animais e em ensaios de laboratório. O grupo evidencia uma ligação entre o uso de telefone celular e o desenvolvimento de câncer. Mas a ligação não é apenas entre telefones celulares, a exposição à radiofreqência e outras fontes eletromagnéticas, incluindo microondas, radar, televisão podem também favorecer o desenvolvimento tumoral.







Ao longo dos anos, as conclusões sobre os telefones celulares e câncer têm sido muito irregulares. Um estudo em alguns países europeus não encontrou nenhum aumento na ocorrência de câncer no cérebro com o enorme salto no uso de telefones celulares. Um estudo realizado no início desse ano concluiu que as emissões de ondas celulares têm efeito sobre o metabolismo cerebral, Mas como o colunista da SciAm, Michael Shermer, explicou no ano passado, "a física mostra que é praticamente impossível telefones celulares causar algum tipo de câncer."

"Dadas as consequências potenciais para a saúde pública", explica Christopher Wild diretor da IARC, "é importante que pesquisas adicionais sejam realizadas em longo prazo com o uso maciço dos telefones móveis."


http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/ligacao_perigosa.html

Um comentário:

Rodrigo Canaverde Vital disse...

Estamos cercados de radiação e não podemos fugir dela. A maior fonte é o sol. Além dele , temos também antenas de rádio, televisões e celulares, além de muitos outros meios, os quais emitem a radiação. Os celulares aumentam o risco do aparecimento de alguns tipos de câncer, um deles é o glioma, um tumor maligno no cérebro, outro é o meningioma, o câncer na membrana que envolve o cérebro e o neuroma acústico, que se forma perto do ouvido. Mesmo com essas duvidas, as indústrias insistem em afirmar que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.

De: Rodrigo Canaverde Vital